Data: 09/12/2011
Ao entregar o Prêmio Direitos Humanos 2011, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou a orientação política de seu governo de que todas as políticas públicas estejam pautadas pelo respeito aos Direitos Humanos. “Não haverá país desenvolvido e civilizado, com potencial econômico mundial, se não respeitarmos os Direitos Humanos. Temos uma clara postura contra a intolerância”, destacou Dilma durante solenidade nesta sexta-feira (09), no Palácio do Planalto.
Presente no evento, que contemplou 21 pessoas ou entidades que se destacaram na defesa, na promoção e no enfrentamento e combate às violações dos Direitos Humanos no país, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR, afirmou que o Prêmio compre papel importante ao divulgar as boas iniciativas em curso na sociedade brasileira, pautadas pelo respeito de defesa dos Direitos Humanos.
“A beleza deste prêmio tradicional de Direitos Humanos esta em revelar ao Brasil mulheres, homens e instituições que já são reconhecidas em suas comunidades pela dedicação à temática dos Direitos Humanos. Em sua 17ª edição, o Prêmio já destacou pessoas que optaram por seguir a boa causa, a causa da igualdade, da justiça e do apoio à diversidade humana, que é essencial ao Brasil e ao mundo contemporâneo”, disse a ministra.
Ao nominar os vencedores desta edição, Rosário destacou a importância da construção de uma política nacional de combate à violação dos Direitos Humanos e agradeceu a dedicação de todas as pessoas que estão imbuídas neste propósito. “Ao reconhecemos os vencedores desta edição, reconhecemos que a sociedade brasileira de defensores dos Direitos Humanos são os principais parceiros para a afirmação desta nação, que busca garantir dignidade humana à todos os brasileiros e brasileiras”, afirmou.
Rosário dedicou o prêmio à memória da juíza Patrícia Acioli, que foi brutalmente assassinada em agosto deste ano, por milícias no Rio de Janeiro. A juíza recebeu homenagem póstuma na categoria Enfrentamento à Violência. “A luta honrosa da juíza Patrícia Acioli, que enfrentou duramente os grupos de extermínio no Brasil, é o símbolo de que o Estado brasileiro não se curvará aos grupos de extermínio ou às atitudes daqueles que se pensam maiores do que o Estado”, destacou.
Transformação – Ao entregar o prêmio, a presidenta Dilma Rousseff lembrou que o Estado brasileiro tem um histórico ‘truncado’ de Direitos Humanos, mas que nos últimos anos o país vive uma crescente transformação democrática. Dilma agradeceu aos vencedores do prêmio e os parabenizou, não são só por considerarem importante o teor da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas por transformá-lo em realidade. “Com esta premiação, o Estado brasileiro reconhece o quanto precisa de pessoas como vocês, corajosas, obstinadas e protagonistas da luta contra as violações aos Diretos Humanos”, disse a presidenta.
Dilma reforçou a importância da igualdade de oportunidade para todos e disse que todo o esforço do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do seu governo, é para assegurar igualdade de condições para todos os 190 milhões de brasileiros e brasileiras. “Não é possível um país de 190 milhões de pessoas crescer só para alguns e excluir outros”.
Assessoria de Comunicação Social
Nenhum comentário:
Postar um comentário