quinta-feira, 12 de abril de 2012

Petistas querem usar o “Livro Negro do Terrorismo no Brasil” como desculpa para garrotear os militares

16 de abril de 2007


Edição de Segunda-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/
Por Jorge Serrão

Facções radicais do governo petista - que querem anular os efeitos da Lei de Anistia de 1979, dando o troco nos militares que derrotaram a guerrilha de esquerda – elaboram uma dupla estratégia para interpretar, a seu favor, o “Livro Negro do Terrorismo do Brasil”. A obra inédita, de 996 páginas, foi produzida em 1988 pelo Projeto Orvil (Livro escrito ao contrário), por 30 oficiais do Centro de Informações do Exército (CIE), a pedido do então ministro do Exército do Governo José Sarney, General Leônidas Pires Gonçalves. A publicação, que conta a versão dos militares sobre a luta armada promovida por organizações de esquerda, entre 1967 e 1974, voltou à polêmica depois da publicação de uma série de reportagens,a partir de domingo, nos jornais Correio Brasiliense e Estado de Minas. O Projeto Orvil já havia sido citado no livro “A Verdade Sufocada”, do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, líder do grupo “Terrorismo Nunca Mais”.

Os radicais petistas, principalmente os citados na obra por suas atividades não apenas “guerrilheiras”, querem usar a divulgação do conteúdo do livro como um pretexto para justificar uma futura ação de força do governo contra o que eles chamam de “Golpe em Marcha contra Lula”. A revisão da Lei de Anistia e a abertura de novos processos na área cível, para punir o que chamam de “militares torturadores”, seriam as primeiras das medidas “revanchistas” para conter e constranger ainda mais as Forças Armadas – já sufocadas pelos baixos salários e pelas décadas de desinvestimentos. O garrote aos militares faz parte da estratégia já traçada pelo governo petista de, no médio e longo prazos, reformular totalmente a ação do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. O descaso oficial que amplifica a crise do Apagão Aéreo, incentivando a quebra da hierarquia, faz parte da tática de guerra psicológica contra os militares.

Apesar da estratégia de ataque às Forças Armadas, os petistas temem o efeito negativo que a divulgação do conteúdo do livro secreto possa ter para a imagem de alguns dos atuais integrantes do governo. Além de descrever o dia-a-dia de dezenas de organizações de esquerda, o livro cita mais de 1.700 pessoas, muitas delas ainda em atividade, como o ministro Franklin Martins (Comunicação Social), o ex-ministro José Dirceu, o governador José Serra (São Paulo) e o cantor e compositor Chico Buarque. Uma ameaça de divulgar documentos dos arquivos secretos militares, que assusta os petistas, já ocorreu no ano passado, após o envio de um documento reservado ao Senado. O texto tinha as assinaturas dos comandantes militares e de um ministro do Superior Tribunal Militar.

O projeto Orvil foi uma ação preventiva dos militares, em 1988, contra eventuais ações revanchistas. Inicialmente, se chamaria “As tentativas de tomada do poder”. Depois, foi rebatizado de “Livro negro do terrorismo no Brasil”. O então Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, preferiu não publicá-lo.

Revelação de Ustra

No livro “A Verdade Sufocada”, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra faz uma “Homenagem aos companheiros do Projeto Orvil”:

Quando as últimas organizações terroristas foram derrotadas, a esquerda revanchista passou a escrever e a mostrar, da forma que lhe convinha, a luta armada no Brasil. E o fez de maneira capciosa, invertendo, criando e deturpando fatos, enaltecendo terroristas, falseando a história, achincalhando as Forças Armadas e expondo à execração pública aqueles que, cumprindo com o dever, lutaram contra a subversão e o terrorismo em defesa da Nação e do Estado.

Nesse incansável e inteligente trabalho, porém desonesto e antiético, os revanchistas acusavam os civis e militares que os enfrentaram e derrotaram, de atuarem por conta própria como paramilitares desvinculados de suas organizações, em estruturas paralelas.

Predominava no País a versão dos derrotados que agiam livremente, sem qualquer contestação. As Forças Armadas, disciplinadas, se mantinham caladas.

Aos poucos, a farsa dos revanchistas começou a ser aceita como “verdade” pelos que não viveram à época da luta armada e do terrorismo e que passaram a acreditar na versão que lhes era imposta pelos meios de comunicação social.

No segundo semestre de 1985, a Seção de Informações do Centro de Informações do Exército - atual Divisão de Inteligência do Centro de Inteligência do Exército - recebeu a missão de empregar os seus analistas, além de suas funções e encargos normais, na realização de uma pesquisa histórica considerando o período que abarcasse os antecedentes imediatos da Contra-Revolução de 31 de março de 1964 até a derrota e o desmantelamento das organizações e partidos que utilizaram a luta armada como instrumento de tomada do poder.

Foi um trabalho minucioso, em que processos, inquéritos e documentos foram estudados e analisados.

As pesquisas realizadas em 1985, sob a orientação e a coordenação do chefe da Seção de Informações, mostraram que o trabalho a ser realizado ultrapassaria, no tempo e no espaço, o planejamento inicialmente estabelecido.

Assim, decidiu-se retroagir a Marx e Engels, passando por 1922, ano da criação do Partido Comunista Brasileiro - Seção Brasileira da Internacional Comunista - primeira organização comunista no Brasil, sob a orientação da Internacional Comunista, e prolongando-se até a primeira metade da década de 1980.

Definiu-se, também, que o projeto seria conduzido, em tempo integral, por uma equipe de três oficiais, apoiados, quando necessário, pelos demais.

Visando a resguardar o caráter confidencial da pesquisa e a elaboração da obra, foi designada uma palavra-código para se referir ao projeto - Orvil -, livro escrito de trás para frente.
Em fins de 1987, o texto de aproximadamente mil páginas estava pronto.

A obra recebeu a denominação de Tentativas de Tomada do Poder.

Apresentada ao ministro Leônidas Pires Gonçalves, este não autorizou a sua publicação - que seria a palavra oficial do Exército -, sob a alegação de que a conjuntura política não era oportuna.
Assim, a instituição permaneceu muda e a farsa dos revanchistas continuou, livre e solta, a inundar o País.

Recentemente, vários grupos, inconformados de ouvir somente um lado dessa história, resolveram se organizar e lutar para o restabelecimento da verdade. Paralelamente, alguns livros, contestando a versão revanchista, foram editados, o que levou o quadro amplamente desfavorável a mudar, embora lentamente, começando a esquerda a ser desmascarada.

Em fins de 1995, recebi o texto final do trabalho, em xérox, pois ele não foi editado. Esse texto foi o farol que me iluminou na redação de inúmeras partes deste meu novo livro, me tirou dúvidas, me esclareceu fatos e me deu a certeza de datas e de outros dados relevantes.

A esses anônimos militares da Inteligência do nosso Exército, a minha homenagem e a certeza de que vocês, também, são autores deste livro.

(A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça)

Site
www.averdadesufocada.com

Carnaval mafioso?

Escutas telefônicas realizadas pela Operação Hurricane (furacão, em inglês) colocam em dúvida o título da campeã do carnaval do Rio deste ano, a Beija-Flor de Nilópolis.

Durante entrevista ontem ao programa Fantástico, da Rede Globo, o delegado federal Emanuel Henrique Oliveira, que faz parte da operação, afirmou que há fortes indícios de que o dinheiro da contravenção tenha comprado o resultado do carnaval carioca.

Nos últimos cinco anos, a escola de Nilópolis ganhou quatro vezes.

Segundo o delegado, o título do carnaval deste ano pode ter sido comprado por Anísio Abraão David, patrono da Beija-Flor preso durante a operação da Polícia Federal. "Há fortes indícios de que esse resultado tenha sido manipulado pelo senhor Anísio".

O Hurricane

A Operação Hurricane realizou 25 prisões nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e no Distrito Federal e ocorreu após um ano de investigações, ordenadas em uma operação sigilosa pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) César Peluzzo.

A investigação começou há um ano na 6ª Vara Federal do Rio, com a juíza Ana Paula Vieira de Carvalho e, em setembro de 2006, foi remetida pelo procurador geral da República, Antônio Fernando de Souza, para o Supremo Tribunal Federal, devido ao surgimento do nome do ministro do Supremo Tribunal de Justiça Paulo Medina.

A partir de então, o inquérito 2.424/2006 passou a ser presidido pelo ministro do STF Cézar Peluso.

O famoso grampo

Peluso autorizou a instalação de escuta, inclusive no gabinete de Carreira Alvim, cujos microfones foram descobertos no forro do teto.

Alvim, que disputava a presidência do TRF, acusou na época a direção do Tribunal pelos grampos.

Na eleição, ele foi derrotado por 15 votos a nove.

Problemas para a família

O procurador Rômulo Conrado, do Distrito Federal, vai ajuizar uma ação civil pública contra a União e as empresas do deputado Jader Barbalho, com o objetivo de anular o decreto presidencial que autorizou a transferência de uma concessão de TV da quebrada empresa RBA (que deve R$ 82 milhões em impostos à União) para a saneada Sistema Clube do Pará.

Até março, a dívida da RBA, que pertence a Jader, era superior a 80 milhões de reais. Só na Receita, chegava a 59,5 milhões de reais em imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e taxas de importação.

A nova e saneada empresa Sistema Clube do Pará, que terá a concessão da TV Bandeirantes até 2017, pertence a Jader, sua ex-mulher, a deputada Elcione Barbalho, e seus filhos Helder e Jader.

Queda feia
A ex-modelo e ex-apresentadora de televisão Doris Giesse, de 46 anos, sofreu uma queda do oitavo andar de um prédio em São Paulo, ontem pela manhã, e encontra-se internada, consciente, no Hospital das Clínicas.

Doris teve um trauma na coluna cervical e uma fratura exposta no braço, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital, mas seu quadro clínico é considerado estável.

Segundo informou ao estadão.com.br o assessor da ex-apresentadora, Fagner Carreiro, Doris "escorregou quando tentava pegar um gato de seus filhos e teve uma fratura séria no cotovelo".

Doris é mãe dos gêmeos Daniel e Débora, de 10 anos. "Ela teve uma fratura séria no cotovelo, mas está bem", disse ele.

Viva ela

A representante do Estado de Minas Gerais, Natália Guimarães, 22 anos, é a nova miss Brasil.

A estudante de arquitetura disputou o título da mais bela do país com outras 27 garotas, na noite neste sábado, no Rio de Janeiro.

Natália Guimarães tem 1,75m de altura, 90cm de busto, 60cm de cintura e 93cm de quadril e mora em Belo Horizonte.

A bela ganhou uma viagem para Los Angeles, nos EUA, e um carro zero-quilômetro.
Agora, a nova miss Brasil segue para a Cidade do México, para disputar o miss Universo, que será realizado no dia 28.

Vida que segue...

Fiquem com Deus!

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